sábado, 25 de fevereiro de 2012

Perguntas sobre...


Pergunta: Tive uma gravidez Bioquimica, e agora minha menstruação esta vindo 8 a 10 dias fluxo normal, antes era 4 a 5 dias fiz us exames e não tenho nada, tomei antibiotico para tentar tratar um possível endometrite,mas continuo com menstruação longa o que devo fazer?


Resposta: Esse aumento no número de dias da menstruação, também chamado de hipermenorreia, pode ser devido a algum distúrbio hormonal ou alguma patologia endometrial. Se as dosagens hormonais estiverem normais, sugiro a realização de uma histeroscopia diagnóstica.




Depoimento: 
Que loucura !!! – História de Esperança – De gravidez bioquímica a confirmação de uma gravidez real !!! 

No dia 17 de julho fiz a implantação de 05 (cinco) embriões que felicidade, após 12 dias o positivo. Durante esse período, na véspera do Beta, tive um pequeno sangramento, ou seja, repouso absoluto... E assim foi. 
Após uma semana, no dia 05 de agosto refiz o Beta, decepção....O aumento do hormônio foi insatisfatório, resultado: Gravidez Bioquímica. Tristeza !!!! 
Segundo minha médica, após interromper o uso da medicação a menstruação deveria ocorrer. 
Ontem, após 15 dia de interrupção de medicação....Várias drenagens linfáticas, acupuntura....Loucuras....Exercícios físicos, etc e nada de menstruação resolvi refazer o Beta ....... Resultado ......11.340,0 .....EITA ....... Como?....Eu não estava em processo de abortamento com uma gravidez bioquímica?....Quanta tristeza....Quantas orações à Frei Galvão......O que estava acontecendo? 
Eram 20:30h liguei para o assistente da minha médica......Como?....Beta com esse valor?.......Surpresa com o resultado......Ultra-som às 10:30 de hoje (19/0Cool
Hoje, na hora marcada........Alguns minutos antes....Como uma boa pessoa ansiosa.......Estávamos lá Marido e eu.....Ansiedade e nervosismo.....Seria uma gravidez ectópica?.........Quantas questões !!!! 
Pois bem, minha médica antes de fazer o ultra-som, mostrou-nos a curva hormonal, mas, antes de comentar as possibilidades quis fazer o ultra-som para continuarmos a conversa depois. 
E para surpresa da minha médica.....Bota surpresa nisso......Meu milagre aconteceu...........Lá estava o saco gestacional e o embriãozinho....Com tamanho de acordo com a época de gestação. 
Parabéns mamãe e papai olhem o coraçãozinho do seu nenê !!!! 
Várias medidas depois........Tudo normal........Fotos do ultra-som ficou para ser analisado por uma junta médica....Meu caso virou história médica.....(risos) 
Mas, meu caso é sim milagre....Milagre não da ciência, mas, de Frei Galvão e de todas as orações, vibrações recebidas! 
Após a desesperança a esperança do novo ser que virá só posso deixar registrado que não a percam, pois quando a perdi me desesperei e não fui atrás do que estava por vir.......Imaginei-me em um novo ciclo de tratamento e não como futura mamãe......Não me dei o direito de sonhar. Era mais fácil achar que não merecia este milagre. 
Mesmo que todo esse tempo agradecesse e solicitasse essa Graça! 
Bem, sem medicamento e com o beta muito baixo, meu guerreiro ou guerreira prendeu-se a mim. 
Bem aventurado ele (a) o seja. Paz, felicidade, saúde, amor, harmonia, esperança e FÉ é o que desejo ao novo ser que virá e a todas vocês meu abraço cheio de esperança e de Luz Divina. 



GRAVIDEZ BIOQUIMICA - Aborto Pré Clínico


Alguns embriões morrem logo após a implantação, sendo identificados pela queda dos níveis plasmáticos de hCG. Outros se aderem tão brevemente ao endométrio que produzem hCG insuficiente para serem detectados.
Esses aumentos transitórios do hCG falham em manter o corpo lúteo, resultando em gravidez bioquímica ou aborto pré-clínico, antes da falha menstrual.

Os embriões que morrem antes de 21 dias pós-captação são rotulados como gravidez bioquímica porque não são detectados ao USG. Outros embriões mantêm a produção de hCG até por 28 dias, contudo não sendo detectados ao USG, também constituem aborto pré-clínico. Esses tipos de morte embrionária podem acompanhar gestações gemelares, constituindo assim, a forma mais precoce de fetos "Vanishing". Sua modesta secreção de hCG é mascarada pela produção do feto normal, sendo que sua presença dentro do útero passa desapercebida. Eles constituem apenas vesículas trofoblásticas.

Gestações Bioquímicas correspondem a 10 a 12% dos ciclos de FIV. Metade delas desaparecem 2 a 3 semanas após a transferência e, possivelmente, tão logo o blastocisto se implante, quando os níveis de hCG são menores que 21 mUI/l . Algumas clínicas referem até 15% de gestações bioquímicas. A incidência diminui com o aumento do número de embriões transferidos.

A frequência gira em torno de 15,4% transferindo-se 1 embrião, 12,8 % transferindo-se 2 embriões e cai para 5,1% quando se transfere 3 embriões.

Alguns exames podem ser utilizados na investigação da gestação do primeiro trimestre de acordo com o período gestacional, detectando a presença da gestação, a implantação, anomalias genéticas, bem como o seu prognóstico.

Tabela-1: Tipos de exames utilizados para avaliar a gestação inicial, a implantação e o prognóstico da gravidez.

1) Concepção: - EPF (early pregnancy factor)

2) Implantação: - EDPAF (fator ativador de plaquetas derivado de embriões)
SP1 (Schwangerschafts Protein 1 ou Glicoproteína beta1 específica da gravidez)
- USG Saco Gestacional, Vesícula Vitelina, Batimentos Cardíacos Eembrionários

3) Prognóstico: -SP1
-Gonadotrofina Coriônica (hCG)
-PAPP-A (Proteína Plasmática A associada à gravidez)
-AFP (Alfa Feto Proteína)
-USG (Comprimento Crâneo Nádegas, Batimentos Cardíacos, Saco Gestacional)

4)Diagnóstico Genético: - Biópsia de Vilo Coriônico (CVS)
-AFP
-Estriol não conjugado
-Gonadotrofina Coriônica (hCG) - relação de subunidades livres
-USG (vaginal com probes de alta resolução)

Baixos níveis de Beta-hCG no dia 11 pós-captação dos oócitos, quando o diagnóstico de gravidez é feito, indicam frequentemente o início dessas perdas precoces. O valor de corte para algumas clínicas é 21 mUI/l no 12º dia pós-transferência.

As gestações bioquímicas não são mais frequentes em mães com doenças tipo endometriose e outras, o que pode indicar que esses embriões estão fadados a morrer desde o momento da fertilização.

O aborto pré-clínico é uma realidade, contudo deve ser listado separadamente dos outros tipos de aborto e não deve fazer parte das estimativas de taxas de gravidez, a menos que sejam explicitamente estabelecidos.

Análises de "follow-up" mostram como muitas pacientes com essas perdas precoces engravidam em um ciclo subsequente. Sua situação é diferente de pacientes com abortos causados por anomalias cromossômicas ou de pacientes com aborto tubáreo em virtude de patologia tubárea.

Por outro lado, algumas pacientes com gestação bioquímica anterior apresentam risco de aborto subsequente maior, possivelmente mais tardio na gestação, com um número também menor de partos.

Gestações Bioquímicas constituem uma verdade e um problema em Reprodução Assistida.

De acordo com algumas estimativas de Edmonds (1982) cerca de 2/3 das gestações espontâneas terminam como abortos pré-clínicos. Sua frequência atual parece ser mais baixa e foi estimada em 22% de 198 gestações identificadas pelo aumento do hCG, porém sem detecção ao USG. (Wilcox AJ 1988). A maioria delas ocorreu em pacientes com espessura endometrial menor que 9 mm e sua origem não estava relacionada com os níveis de Estradiol.

Não se conseguiu determinar as suas causas.

Formas mais tardias de morte embrionária, tais como "Ovo Cego" e falta de partes do embrião podem ser detectadas pelo USG e pelo aumento do hCG. Nesses casos podemos determinar a causa: Insuficiência Lútea, Diminuição da amplitude do pulso de Progesterona, ciclos alúteos, Anomalias genéticas. 

Gravidez química e gravidez clínica... mais sobre!


As perdas embrio-fetais espontâneas podem definir-se com distintos nomes, segundo o modo como foi diagnosticada a gravidez.
 Fala-se de aborto bioquímico quando a gravidez se detectou mediante um teste, mas não chegou a documentar-se a presença do saco gestacional através da ecografia. 
Neste caso, é possível que o problema se tenha apresentado na implantação do embrião. No aborto clínico, pelo contrário, a gravidez tinha sido documentada pela presença do saco gestacional mediante uma ecografia. Clinicamente, a detecção da gravidez costuma manifestar-se de formas distintas.
 Às vezes, produz-se o aborto propriamente dito, com a expulsão do produto da concepção de forma completa ou incompleta, através da perda de sangue.
 Neste último caso, pode requerer-se uma intervenção cirúrgica para eliminar o tecido residual. Outras vezes, pode não haver perdas de sangue, e tratar-se de uma gravidez anembrionária, onde a ecografia permite documentar a presença do saco gestacional, mas não de um embrião no seu interior.

Gravidez Química e Gravidez Clínica, você sabe a diferença? Já ouviu falar?


Tenho visto vários casos e achou que é importante esclarecer um pouco esse assunto.


Existem dois tipos ou classificações para uma gravidez: a gravidez química ou bioquímica e a gravidez clínica.

A gravidez química acontece quando há fecundação do óvulo, mas ao chegar ao útero para a nidação(fixação ao útero), esse óvulo não consegue se manter fixado ao útero/endométrio e a mulher acaba sofrendo um microaborto, ou seja, a mulher engravida, mas perde logo em seguida, a gravidez não chega a se desenvolver. A grande maioria das vezes as mulheres nem desconfiam que isso aconteceu, pois
geralmente o sangramento coincide com o período menstrual normal e esse também é um dos motivos pelos quais os médicos indicam só fazer exames de gravidez após o atraso.

A gravidez clínica é quando a fixação no útero acontece por completo e existe saco gestacional visualizado pelo exame de ultrassom.

A gravidez química também é chamada de gravidez anembrionária, quando o embrião não se desenvolve, ou aborto bioquímico. Embora eu não concorde muito, visto que uma gravidez clínica também pode ser anembrionária, quando o saco gestacional se forma e está fixado no útero, mas não existe embrião.

Um dado, que acho um pouco assustador, é que estudos médicos mostram que em 70 a 80% das vezes a menstruação da mulher possui algum resto de gravidez, que por qualquer motivo não evoluiu. É como uma seleção natural do nosso organismo.

Isso também explica porque, muitas vezes, se faz um teste/exame antes do atraso e o resultado é positivo, mas depois a 'menstruação' (ou o que se acha ser a menstruação) desce e em um segundo teste o resultado é negativo, gerando a idéia de um 'falso positivo'.

Então o meu conselho para as treinantes, até para não gerar mais ansiedade e decepção, que nessa etapa de já é tão estressante, é: procure sempre aguardar o atraso menstrual para fazer um teste/exame de gravidez, pois esse tipo de perda é inevitável nessa fase do ciclo!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

O que é gravidez bioquimica?


Gravidez bioquimica é quando o ovulo é fecundado e depois de duas semanas que é quando é pra ele se alojar no útero, não se sabe direito o motivo mas as células são expedidas do corpo da mulher.
Muitas mulheres não sabem quando isso acontece pois é no momento da menstruação, sabem quando fazem o teste de farmácia ou o exame beta, quanto mais passa o tempo mais o  hCG  diminui.





 ''Só um resumo hoje''